CONFIANÇA · SEGURANÇA DA PLATAFORMA

Como protegemos
o Aitamit por dentro.

Explicamos aqui o que fazemos realmente em arquitetura, criptografia, hardening e operação para que o Aitamit seja genuinamente seguro. Apenas medidas que existem e que pode comprovar; o que não temos, não prometemos.

Filosofia de segurança

O Aitamit gere inventário sensível e permite sessões remotas sobre os endpoints dos seus clientes. Uma brecha no Aitamit não seria um incidente nosso: seria um incidente para todos os clientes ao mesmo tempo. Por isso operamos sob o princípio "secure by design, secure by default": o desenho impede categorias inteiras de falhas e os valores por omissão são os seguros.

A auditoria imutável em cadeia de hashes é o coração do produto: cada evento relevante fica registado com um SHA-256 que inclui o hash do evento anterior, de modo que qualquer alteração retroativa quebra a cadeia e é detetável. Os relatórios que o Aitamit gera são assinados com SHA-256 e podem ser verificados publicamente em https://aitamit.com/verify.

Publicamos esta página em detalhe porque a transparência é parte da segurança. E a transparência inclui dizer o que não temos: nem certificação ISO própria nem SOC 24x7. O Aitamit gera evidência técnica (auditoria verificável, relatórios assinados, SBOM) para a certificação da sua organização, que é a que importa.

PILARES DE SEGURANÇA

Como está construída a segurança do Aitamit

Isolamento multi-tenant rigoroso

Cada dado pertence a um tenant e toda a consulta fica limitada a esse tenant ao nível da aplicação e da base de dados. Os serviços correm em contentores com limites de recursos numa rede interna isolada: apenas o proxy inverso está exposto ao exterior.

Cifragem em trânsito e BYOK

TLS em todo o perímetro com HSTS, incluindo as ligações do agente ao servidor. Para os dados mais sensíveis, BYOK com AES-256-GCM ao nível da aplicação: cifragem com uma chave fornecida pelo cliente e que a EDS não guarda.

Sessões remotas auditadas

O agente trabalha em modelo pull: é ele que abre a ligação de saída cifrada com TLS, sem portas de entrada expostas nos endpoints. Cada sessão remota fica registada na auditoria hash-chain: quem, quando, em que máquina e durante quanto tempo.

Auditoria imutável hash-chain

Cada evento (acesso, mudança de configuração, sessão remota, inventário) é registado com um SHA-256 que inclui o hash do evento anterior. Qualquer modificação retroativa quebra a cadeia e é detetável. Os relatórios são assinados e verificáveis em https://aitamit.com/verify.

Hardening da infraestrutura

VPS da IONOS na Alemanha (UE) geridos pela EDS, com implantação via Docker Compose. Proxy inverso Traefik com TLS + HSTS e cabeçalhos de segurança OWASP, rate limiting e proteção contra força bruta, firewall UFW e fail2ban no perímetro.

Supply chain

SBOM público em formato SPDX para cada release, para que possa auditar exatamente que componentes a plataforma executa. Os binários do agente são publicados com o seu checksum .sha256 para verificar a integridade antes de os implantar.

Operação e resposta

Continuidade: réplica quente num VPS espelho na UE com sincronização a cada 15 minutos, mais backup noturno cifrado off-site em infraestrutura própria da EDS. Perante um incidente de segurança: contenção, análise, comunicação aos clientes afetados e as notificações que o RGPD exigir; a auditoria hash-chain permite demonstrar exatamente o que foi acedido. Após a saída de um tenant, os seus dados e backups são eliminados num prazo máximo de 90 dias. E o que não temos, dito sem rodeios: nem SOC 24x7, nem bug bounty, nem programa de pentesting, nem certificação ISO própria ou "em curso". O Aitamit gera a evidência técnica que sustenta a certificação da sua organização.

  • TLS + HSTS: em todo o perímetro, com cabeçalhos de segurança OWASP
  • Continuidade: réplica a cada 15 min + backup noturno cifrado off-site
  • Auditoria verificável: hash-chain e relatórios assinados SHA-256 (aitamit.com/verify)
  • BYOK: AES-256-GCM ao nível da aplicação
  • Supply chain: SBOM SPDX público + checksums .sha256 do agente
FAQ

Dúvidas sobre segurança da plataforma

Como verifico um relatório do Aitamit?
Cada relatório é assinado com SHA-256. Em https://aitamit.com/verify pode introduzir o hash e comprovar que o documento é autêntico e não foi alterado, sem necessidade de conta.
O que acontece se a EDS sofrer um incidente?
Contenção e análise, comunicação aos clientes afetados e as notificações que o RGPD exigir. A auditoria imutável permite demonstrar exatamente o que foi acedido, e a réplica a cada 15 minutos mais o backup noturno cifrado permitem restaurar o serviço.
O BYOK está disponível?
Sim: cifragem AES-256-GCM ao nível da aplicação com uma chave fornecida pela sua organização. A EDS não guarda essa chave: se a revogar, os dados cifrados com ela ficam inacessíveis mesmo para nós.
Têm certificação ISO 27001?
Não, e não lhe vamos dizer que está "em curso". O Aitamit está construído para gerar a evidência técnica (auditoria hash-chain verificável, relatórios assinados, SBOM público) que sustenta a certificação da sua organização, aquela que os seus auditores vão examinar.

Dúvidas sobre segurança?

Se precisa de mais detalhe sobre as medidas de segurança da plataforma ou de documentação para a sua due diligence, escreva-nos para soporte@aitamit.com.